Sigo por longos trilhos de trens
Que unem diferentes e curiosos destinos
Destinos indiferentes de quem
Vive nos limites do divino

Nem por querer, nem por sorrir
Simplesmente por existir
Por viver pelos sonhos queridos
Ou reprover os elos perdidos

Por entender todo o procedimento
E compreender que é inexistente o subterfúgio
Contudo é enorme o sentimento
De desejo do encontro de um refúgio…

E nesse jogo que é o nosso viver
O único movimento é o próprio viver
E se quisermos um novo gesto, invertido…
Bom, lembremos que residimos submetidos…

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