Não sei se falo o suficiente.
Por vezes, na dúvida, acabo me repetindo.

Na cidade, prefiro o frio ao calor.
Chuva em lugar nenhum.
A não ser no verão, pra lavar a alma.

Falo menos do que deveria. Prefiro escutar.

Tento tirar algum aprendizado de tudo que faço, vivo e experiencio.
Afinal, acredito que nada é por acaso, e tudo acontece no tempo certo.

Não gosto de frases longas.
Geralmente são muitas palavras que dizem quase nada.

O sol de manhã é inspirador, mas nada se compara ao céu estrelado noturno, numa noite de lua cheia. Um verdadeiro fascínio.

Às vezes ando meio perdido, sem rumo.
Quase sempre, na verdade.

Me sinto a vontade em qualquer lugar, caso esteja com as pessoas certas.

Minha vida sempre foi e é muito boa, apesar de eu nem sempre saber aproveitá-la.
Não me queixo.

De alguma maneira inexplicável, conheço a fundo a intenção de todos aqueles que me rodeiam. Me faço de bobo para muitos.

Energia e Sintonia são duas palavras que significam e explicam muitas coisas para mim.

Às vezes tenho crises incomensuráveis de preguiça incomensurável – por longos períodos de tempo.

As vezes acho que nasci na época errada – um tempo atrás, quando a gente comia o que plantava, me seria ideal.

Tenho uma certa vontade de viver no meio do mato, isolado de todo o caos urbano.
Mas também quero viajar o mundo inteiro, conhecer cidades, praias, paisagens…

Enquanto não faço isso, viajo aqui mesmo, no pensamento, tão sem nexo e desconexo quanto possível e sempre desacreditando do impossível.

E sigo viajando, me desligando do mundo pra ficar no meu mundo, onde tudo é fácil, eu sou feliz e a vida é ótima – parece até o mundo real…